terça-feira, 12 de janeiro de 2010

É PROIBIDO PENSAR

Infelizmente (infelizmente mesmo) sou muito contestador. Queria ser consumista, materialista, alienado. Acho que este tipo de “Ser” é mais feliz. Sempre partilhei isto com um amigo que eu tinha: o Rafael, que dividiu república comigo. Agente adorava ficar filosofando. Sobre tudo. Às vezes concluíamos: - é melhor ser burro, “véi” . Se sofre menos !
Me irrito como o mundo (ou o Sistema, para os que são mais radicais) quer doutrinar a todos. Evitar que pensem. Não se pode questionar nada mais. Quando se questiona algo a alguém, geralmente se escuta “só estou cumprindo ordens”. Então é isto ? Fomos feitos para cumprir ordens ? Este é o sentido da existência ? Por que temos que aceitar a resposta “é assim e pronto” para tudo ? Claro, isto não quer dizer que se deva comportar como um rebelde sem causa, mas refletir sobre tudo. Ponderar.
Meu chefe (que é meu pai) é ótimo para dar ordens (como todo chefe deve ser mesmo). Afinal, se os chefes fossem sensatos, deixariam de ser chefes e começariam a se chicotear, se penitenciando. Engraçado os chefes dizerem dos seus comandados: - “parece que não pensam”, quando estes erram. Isto porque quando fazemos uma sugestão, dizem: -“você é pago para fazer e não para pensar”. Não é um contra-senso ? Me treinam para que eu não pense... e quando cometo um deslize ... “parece que não pensam”.
E o por que deste rodeio todo ? Porque muitas vezes temos idéias boas, que trariam economia de tempo, por exemplo. Mas ao externá-la você escuta algo como “fazemos assim há trinta anos” e não vamos mudar. Ora bolas, se reconhece que sua idéia é boa, que trará economia, mas “fazemos assim há...”. Pelo amor de Deus !!! Dá vontade de dar cabeçada na parede !!!
Querem um exemplo ? Em nosso escritório, utilizamos papel contínuo nas impressoras à laser. E o que tem demais ? Explico: o papel contínuo, como se sabe, tem uma “borda” serrilhada, que serve para encaixar nas impressoras matriciais ( que já são obsoletas). Para que se possa usar tal papel em uma impressora laser deve-se destacar as bordas do papel contínuo e separá-lo em folhas. Esta tarefa consome horas de um funcionário (afinal, consumimos centenas de folhas ao dia). Pois bem: fiz uma pesquisa, e descobri que o papel A4 (ou popularmente conhecido “chamex”) sai mais em conta que o outro, além de não consumir tempo para ser “destacado”. Levei a informação ao “chefe”. Ele não aceitou. Provei que faria uma economia de uns R$ 4,00 em cada 3.000 folhas. Mas não quis saber. É claro que foi uma sugestão... mas fiquei pensando: por que alguém preferiria comprar um produto que além de sair mais caro, ocuparia tempo de um funcionário ? Então reparei: o papel contínuo vem em caixas de 3000 folhas ... enquanto o “chamex” vem em pacotes de 500 folhas. Portanto mais fácil de “carregar” (se é que me entendem, sem querer insinuar nada).
Levando por este raciocínio, vou comprar um carro com pneu furado, por ser mais difícil de roubar. Vou cortar o banco de minha moto para que ninguém roube (acreditem, muitos fazem isto). Vou arrumar uma namorada feia para não ser traído ( cê que acha !). Se eu não quero ser roubado em meu escritório, o mais racional seria criar uma espécie de almoxarifado. De forma que a liberação do material fosse devidamente anotada, com registro de quem retirou o quê. Qualquer variação exagerada no consumo, indicaria desvios. Mas comprar um material de pior qualidade e mais caro só porque é mais difícil de ser furtado ... não dá. Obviamente o “chefe” nunca vai admitir que é este o motivo. Mas eu não sou bobo, ta na cara ! Tinha que desabafar. Isto porque muitas vezes eu também ajudo a destacar as “serrilhas” dos papéis contínuos. E enquanto faço isto fico pensando: - ô serviço desnecessário e imbecil ! com o papel A4 já no jeito de colocar na impressora e ser feliz. Mas fazer o quê. Quem pode manda, quem não pode ...

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Abduzido

Estou re-escrevendo este “post”. Ou tentando. Será este um sinal de que não devia postar? Não – porque não sou supersticioso. Eu já o havia concluído e ... puf ! o Word fechou sem que eu supostamente fechasse nada. Mas tudo bem. Tentarei retomar ao menos a temática: no texto que eu havia escrito anteriormente, dizia sentir falta de escrever. Apesar disto, dizia do como estive absorto em outras coisas. Havia citado Arthur Schopenhauer e sua obra intitulada “A Arte de escrever”, em que o filósofo desaconselha virulentamente a se publicar qualquer coisa com espírito de lucro ou “apenas por publicar”, ou por vaidade. Schopenhauer se escandalizava em sua época com a quantidade de publicações por ele consideradas “desnecessárias”.
Tenho auto-crítica. Não tenho pretensão de ser algo próximo a Kafka, Machado, Shakespeare ou Dostoievsky. Relatava também no texto anterior ( que também tinha o título de abduzido – e parece que o texto o foi ... profético, não ? ) que quando comecei a escrever no blog pretendia fazer algo anárquico. Mas me perdi. Muitas vezes me tornei muito intimista. Outras sarcástico. Outras transcendente. Não tinha um estilo definido. Nem temática. O blog era sobre tudo : futebol, política, religião, relacionamento, comportamento ... um verdadeiro “balaio de gato”.
Este tempo “abduzido” por outras ocupações pode ter sido benéfico. Afinal, escrever sem reflexão pode ser bem temerário. Creio que isto seja influência de Schopenhauer. O cara detona tanto quem pretensamente queira ser "escritor", que você sente vergonha até em assinar cheque depois de lê-lo. Brincadeira ! Não é para tanto. Mas é para se refletir. Um psicólogo me disse uma vez que por trás de alguma atitude perfeccionista sempre se oculta um orgulhoso. Me parece certo. Afinal, se você se leva a sério demais é porque se acha alguém importante. Por isto talvez alguns monges cristãos do deserto, que viveram entre os séculos II e V afirmarem que “o tímido na verdade é um grande orgulhoso”: porque preocupa-se excessivamente com sua imagem.
Que este blog possa servir para somar. Que após esta ausência eu possa dar uma outra conotação aos textos, mais positiva e construtivista (sem deixar de ser crítica, claro), mas tendo sempre em mente que nenhum talento ou graça possuo, a não ser a que me foi dada gratuitamente por Deus. E como estamos próximos ao Natal, quero deixar também alguns pensamentos:
Um ancião dizia: «O silêncio está cheio de vida, mas a morte está escondida na palavra farta.»
Dizia sempre um ancião que morava no Egito: «Não há caminho mais curto do que o caminho da humildade.»
Um irmão perguntou ao abade Poemen se era melhor viver sozinho ou com o próximo. O velho respondeu: «Aquele que lamenta sempre e somente a si mesmo, pode viver em qualquer lugar. Mas, se se glorifica, então não se dará bem em lugar algum.»

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O que tiver de ser ...

A paixão me tomou de surpresa. Veio como uma “tsunami”, quando menos se esperava. Sem alardes, sem expectativas. E creio que seja melhor assim. E eu, com o meu “jeito desajeitado” me surpreendi comigo mesmo. Não que eu seja tímido (pelo menos a esta altura da vida). Já fui muito, na infância e boa quilometragem da adolescência adentro. Me classificaria mais como “cético”. Seria mais ou menos assim: em qualquer situação já me preparava para o pior. Sempre desconfiado, esgueirio... Quando algo de bom me acontecia, olhava pro céu e pensava: -“ é... o dia hoje ta bom demais pra ser verdade... provavelmente vem um temporal por aí ou algo ruim vai acontecer até o fim do dia ...”.
Infelizmente acho que tal sentimento tenda a surgir em pessoas que tenham uma tendência ao “perfeccionismo”. Não que eu seja certinho, mas geralmente quero que tudo corra sem sobre-assalto, entende ? Não gosto de perder, ou melhor, que a situação me fuja do controle. Foi então que houve uma “mudança de paradigma” em minha vida. Comecei a raciocinar: “tenho que me arriscar mais, afinal, o que se tem a perder quando não se possui muito ?” E isto creio que valha também para a vida sentimental. Sempre fui partidário do “antes só do que mal acompanhado”. Só que percebi que a complicação reside quando se está, na verdade, “mal acompanhado de si mesmo”.
Atualmente tenho revisto muitos conceitos. Tenho procurado ser menos radical. Sempre fui um lobo solitário. O que (sempre tive consciência disto) denota um certo “egoísmo”. Muitas vezes ser do tipo solitário tem suas vantagens. Mas tem suas desvantagens também. Talvez o fato de ter conhecido umas duas meninas do tipo possessivas/psicopatas tenha me feito ficar sozinho tanto tempo. Talvez o erro tenha sido medir todas as pessoas com a mesma medida... Só sei que estou aprendendo a me apaixonar de novo. E tem sido bom, tranqüilo. Tenho me surpreendido com a minha tranqüilidade e paciência. Eu que sempre fui ansioso !
Mas início de namoro é mesmo algo avassalador. Ocupa todo o tempo. Não se quer desgrudar um do outro. Mas creio que logo vem a bonança. Oxalá ! Afinal, se não for assim pode comprometer tudo: trabalho, estudo e até mesmo um Blog. Não se arruma tempo nem pra postar ! Afinal, quando se começa a namorar, se arruma quase uma terceira jornada: trabalho, faculdade, casa dela. E as finanças então ?! Nem se fala ! Afinal, agora é cinema em dobro, sorvete em dobro, ingresso em dobro.... Bem que o salário podia dobrar também. Mas ao final do dia, só de ver aquele sorriso já vale a pena ...

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Da Brevidade do tempo

A vida é engraçada... corremos para ter mais tempo. Ensaiamos para nunca realizar. Planejamos... Creio que tudo funciona melhor sem ensaio. Quando se vive o momento. Claro que viver o momento não significa “ser inconseqüente”, ser irresponsável. É estar sintonizado com o instante, ser um espectador apaixonado. Muitos filósofos, a exemplo do grego Sêneca, cujo livro “ Da brevidade da vida” me foi muito útil, diagnosticam que nosso problema geralmente é que: ou estamos vivendo o passado, senão vivendo o futuro. Como ser inteligente que é, o homem tem essa “capacidade” de “viajar no tempo”. Infelizmente.
Gastamos boa parte do nosso tempo avaliando o que fizemos no passado. Ou planejando o que faremos no futuro. E aí é que está a questão: esquecemos de viver o presente. Imagine a seguinte situação: uma criança que se achega ao pai, querendo colo e este diz: - Agora não meu amor, o papai ta ocupado... Penso que não custaria dar um abraço no pequeno e depois continuar o trabalho. Nunca se sabe quando surgirá outra oportunidade. Principalmente em um mundo em que muitos saem de casa pela manhã, mas muitos não retornam.
Um monge cristão ortodoxo disse em um texto que o mal do último século e deste seria o “ativismo”. Seria a “necessidade” que o homem moderno tem de fazer muitas coisas. Ocupar todo o tempo. Hoje vivemos em um mundo em que, principalmente nos grandes centros, parece ser vergonhoso “ficar à toa” ou ter “tempo livre”. Parece sinônimo de “vagabundagem”. Há pessoas que aproveitam o horário do almoço para “fazer academia”, curso de línguas ou outra atividade. Não que haja algo de errado nisto. Mas e a velha “cesta” ? O almoço em família ? Até nas cidades consideradas “médias”, como a minha, isto está ficando raro.
Neste contexto todo, penso que talvez a maior declaração de amor a um filho ou esposa seria: “este tempo é todo seu, sou todo ouvidos”. É ... porque ainda tem o maldito do celular ( que pra mim é uma das invenções mais diabólicas que há). Depois do celular, acabou-se o “quero ficar sozinho” ou vou “dar uma volta pra esfriar a cabeça”. Então pode-se dizer: - “Mas eu posso desligar o celular ! ...” Experimenta ! Depois vai ter que dar um montão de explicações do porque desligou.
Pensando agora, tive uma idéia pra revolucionar o mercado: presentear com o tempo. Você poderia se dirigir a sua namorada, por exemplo, munido de uma caixinha de presentes. Entregaria a ela o tal caixa. Ao abrir ela se depararia com um papel onde estaria escrito: “Os próximos 15 minutos são todos seus. Diga o que quiser”. Se tempo é dinheiro, certamente pode ser também o presente mais caro !
Pato Fu Sobre O Tempo
Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã
Tempo, tempo, tempo mano velho
Tempo, tempo, tempo mano velho
Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final
Ah-ah-ah ah-ah
Ah-ah-ah ah-ah
Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã
Tempo, tempo, tempo mano velho
Tempo, tempo, tempo mano velho
Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final... oh-oh... oh-oh ah...
Uh... uh... ah au
Uh... uh... ah au
Vai, vai, vai, vai, vai, vai

domingo, 11 de outubro de 2009

Só se vive uma vez

Esta é uma frase mais que batida: "só se vive uma vez". Mas é a mais pura verdade. Durante muito tempo em minha vida eu vivia ensaiando. Minha vida às vezes parecia um infindável ensaio. Talvez por conta de minha formação, talvez por minha personalidade. Tinha medo de arriscar muitas coisas. Mas isto tem mudado. Oxalá !

Dia desses pensava comigo que, muitas vezes, somos apressados em julgar, em condenar as pessoas. Agimos como um "trem", atropelando tudo. Então pensei: "a vida tem que ser mais "light"" ! Temos o vício de olhar para alguém por exemplo e ficar buscando os "defeitinhos". Ficar implicando. Bobagem ! Não seria muito melhor tentar descobrir as qualidades ? Não é possível que alguém não tenha umazinha só !

Descobri que, se a gente "parar" nos defeitos de uma pessoa, não vai dar para conviver com ninguém. É por isso que hoje eu consigo dizer "você é chato pra caramba, mas eu gosto de você". Talvez a intolerância nasça do fato de querermos que todos sejam "iguais" a nós. Ou pensem parecido. Queremos nos ver espelhados no outro. Algo meio Narciso. Talvez daí venha a expressão "alma gêmea". Quer dizer: eu sou tão voltado a mim mesmo, que quero encontrar outro igualzinho. Qual o mérito nisto ? E quando encontra alguém igualzinho a você, diz: "não sei por que, achei ele tão chato."... rsrsrsrs! Não sabe não né ?!

Tolerância, respeito às diferenças... e bola pra frente, que esse mundão já tá feio demais pra ficar implicando com quem está perto de nós.

YOU ONLY LIVE ONCE

Some people think they're always right (Algumas pessoas pensam que estão sempre certas)

Others are quiet and uptight (Outras são quietas e nervosas)

Others they seem so very nice nice nice nice (oh-ho) (Outras parecem tão bem, bem, bem, bem)

Inside they might feel sad and wrong (oh no) (Por dentro elas devem se sentir tristes e erradas)

Twenty-nine different attributes (Vinte-nove atributos diferentes)

Only seven that you like (oh-oh) (Só sete que você gosta)

Twenty ways to see the world (oh-ho) (Vinte maneiras de ver o mundo)

Twenty ways to start a fight (oh-ho) (Vinte maneiras de começar uma briga)

Oh don't don't don't get out (Oh não não não vá embora)

I can't see the sunshine (Eu não posso, veja a luz do sol)

I'll be waiting for you, baby (Estarei esperando por você amor)

Cause I'm through (Porque eu estou acabado) Sit me down (Me acalme)

Shut me up (Me cale)

I'll calm down (Eu vou me acalmar)

And I'll get along with you (E vou me entender com você)

Oh Men don't notice what they got (Homens não sabem o que têm)

Women think of that a lot (E mulheres pensam nisso demais)

One thousand ways to please your man (oh-ho) (Milhares de maneiras de agradar a um homem)

Not even one requires a plan (I know) (E nenhuma precisa de um plano (eu sei) )

And countless odd religions, too (E incontáveis religiões horrorosas, também )

It doesn't matter which to choose (oh no) (Não importa qual escolher)

One stubborn way to turn your back (oh-ho) (Um jeito teimoso de dar as costas)

This I've tried, and now refuse (oh-ho) (Isso eu já tentei e agora me recuso)

Oh don't don't don't get out ( Oh não não não vá embora)

I can't see the sunshine (ohh) ( Eu não posso, veja a luz do sol)

I'll be waiting for you, baby (Estarei esperando por você amor)

Cause I'm through (Porque eu estou acabado) Sit me down (Me acalme)

Shut me up (Me cale)

I'll calm down (Eu me acalmarei)

And I'll get along with you (E vou ficar sozinho com você )

Alright (Tudo bem... )

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Now my heart is full ( I guess so)

Now My Heart Is Full - Morrissey

There's gonna be some trouble ( Haverá alguns problemas )
A whole house will need re-building ( Uma casa inteira precisará ser reconstruída )

And everyone I love in the house ( E todos que eu amo nesta casa )

Will recline on an analyst's couch quite ( Se reclinarão em um divã de analista )

Soon ( Em breve )

Your Father cracks a joke ( Seu pai conta uma piada )

And in the usual way (E como sempre )

Empties the room (Esvazia a sala )

Tell all of my friends (Diga a todos os meus amigos )

I don't have too many ( Não tenho muitos)

some rain-coated lovers' puny brothers (Só os frágeis irmãos dos amantes protegidos da chuva )

Dallow, Spicer, Pinkie, Cubitt Rush to danger ( Dallow, Spicer, Pinkie, Cubitt avançam para o perigo )

Wind up nowhere ( Acabam em lugar algum )

Patric Doonan - raised to wait ( Patric Doonan, criado para aguardar )

I"m tired again, I've tried again, and (Estou cansado de novo Eu tentei de novo e ) Now my heart is full (Agora meu coração está repleto ) Now my heart is full (Agora meu coração está repleto )

And I just can't explain (E eu simplesmente não consigo explicar )

So I won't even try to ( Portanto não vou nem tentar )

Dallow, Spicer, Pinkie, Cubitt Every jammy Stressford poet ( Dallow, Spicer, Pinkie, Cubitt Todos os poetas sortudos de Stressford )
Loafing oafs in all-night chemists (Tolos na gandaia em farmácias 24 horas )
Loafs in all-night chemists (Tolos na gandaia em farmácias 24 horas )

Underact - express depression (Controle suas emoções, exprima depressão )

Ah, but Bunnie I loved you (Ah, mas Bunnie eu te adorava )

Iwas tired again (Eu estava cansado de novo )

I've tried again, and (Eu tentei de novo )

Now my heart is full (Agora meu coração está repleto )
Now my heart is full (Agora meu coração está repleto )
And I just can't explain (E eu simplesmente não consigo explicar )
I won't even try to ( Portanto não vou nem tentar )

Could you pass by ? ( Poderia passar sem isso? )

Could you pass by ? ( Vai passar sem isso ? )
Could you pass by ? ( Poderia passar sem isso ? )
Could you pass by ? ( Vai passar sem isso ? )
Could you pass by ? ( Poderia passar sem isso ? )

Oh ... Now my heart is full ( Agora meu coração está repleto )

Now my heart is full ( Agora meu coração está repleto )
And I just can't explain (E eu simplesmente não consigo explicar )
So ... slow ... ( Então ... devagar ...)
Slow ... slow ... slow ... slow ... slow ... ( Devagar... devagar... )

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Brother's Fight

A natureza é cruel... mas o seu irmão pode ser ainda mais...
Ontem a secretária do escritório estava meio tristonha. A gente estranhou. Ela sempre é de conversar, brincar. Então eu perguntei a ela qual era o problema. Ela disse que havia brigado com o irmão. Brigou por coisa pouca. Segundo ela me disse, ela usou uma daquelas canecas de chopp, que se ganha em calourada. Caneca de estimação do irmão. Que ela acabou quebrando sem querer. Coisa pouca pra ela né ? Não sabe como os estudantes (principalmente do sexo masculino) prezam esses “troféus”.
Mas o fato é que eu disse a ela que brigar era bobagem. Que logo tudo se resolveria. Afinal, um irmão sempre quer o “bem” do outro. Mesmo que esse bem seja a casa dele, o carro ou o quinhão da herança... Nada como um “laço de sangue”. Curioso este termo (pensei agora). Laço de sangue dá idéia de prisão. De algo a que se é obrigado. Não seria melhor “elo de sangue” ? Deveriamos tirar o sangue também ( é muito violento). Que tal “elo de parentesco” ? É por isto que tem tanta discórdia em família: um “elo de sangue” só pode desandar em violência ...

GAME OVER

Qual a vantagem de se ter irmãos ? No caso dos meninos, se você pratica arte marcial, não precisará de “sparring”. Isto se você for o mais velho, claro. Caso contrário, você é o saco de areia... No caso dos mais novos, eles sempre pegam roupa usada. Livro usado. Mas tem um lado positivo: o mais novo tem grande chance de crescer com grande consciência ambiental. Afinal é “obrigado” a reciclar tudo que os mais velhos usam. Eu sou o mais velho lá de casa. Os meus irmãos, coitadinhos, usaram tudo meu. Desde roupa até livro. Eu ganhava tudo novinho ( chupa essa manga Ti, Có e Má !)

Ser o mais velho é o que há. E a melhor fase é na infância. Enquanto você pode dar porrada em todo mundo, você é “o cara”. Não que eu fosse violento. Prefiro dizer “incisivo”. Então os outros “melequentos” crescem e você perde seu reinado. De repente você olha pro lado no sofá, e aquele moleque começa a te responder com uma voz esquizofrênica (ora fina, ora grossa). Pode ficar mais forte que eu. Mas continuo mais alto.
Depois dos dezoito a briga é pelo carro. Principalmente se os irmãos não são de sair junto. Aí já viu né... A chave do carro é mais monitorada que preso em presídio federal. Mas o que pode causar uma guerra civil mesmo é pegar roupa ou tênis escondido. Meu irmão é mestre em surrupiar tênis. E na cara dura mesmo... quando vejo, já ta usando. Passa por mim e nem dá satisfação. Ah, “muleque” ! Irmãos: dá vontade de ma-tar, de tão fofos que são!
P.S.: Brincadeira. Adoro meus irmãos !