quinta-feira, 30 de julho de 2009
Acídia - Texto revelador
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Me dá dinheiro q'eu rasgo
terça-feira, 28 de julho de 2009
Urucubaca no esporte
Repara só: o Galvão foi pra Hungria narrar Fórmula 1. No mesmo dia (Domingo), a seleção de vôlei masculina disputou a final da Liga Mundial, na Sérvia ... e ganhou !!! Imagina se fosse o Galvão narrando... Eu não sou supersticioso, mas tem umas coisas que os narradores dizem que parece fazer efeito “pára-raio de desgraça”. Vou dar um exemplo: no último Domingo, assistia eu o jogo entre o Santos e o Flamengo, realizado na Vila Belmiro. Então o narrador a certa altura informou: - “ o Flamengo NUNCA ganhou do Santos aqui na Vila pelo Campeonato Brasileiro ...” Adivinha o que aconteceu ? O Flamengo ganhou ! Êêê boca ! Eu tenho muito medo quando esses comentaristas esportivos informam a existência de algum tabu. Parece que ao proclamar um tabu todas as forças do universo começam a tramar para que ele caia por terra.
Mas voltando ao Felipe Massa: outro que tem que tomar um banho de sal grosso é o Rubinho. Vamo lá, me diz aí: matematicamente, quais são as chances de uma mola se soltar de um carro e atingir justamente a cabeça do piloto que vem no carro de trás ? Fala sério !
Ah, voltando agora ao Galvão ( deixo claro que respeito todas as religiões) - achei interessante quando o Galvão pediu : “ - a você de qualquer religião, faça as suas orações pelo Felipe”. Ele quis dizer o quê com isto ? Se você for macumbeiro, por exemplo .... faça seu “despacho” pelo Felipe ? Aí tem que fazer o quê ? Pegar um capacete, encher de farofa, frango e botar numa encruzilhada ? Já tem gente com o “corpo fechado”. Agora “vamo” criar uma nova categoria: “gente com capacete fechado”.... Então vão ter aqueles comentários: - “ Cumadi, cê viu o filho da vizinha ? Caiu de moto, rachou o capacete ... e não morreu !” – “Pois é menina ... acho que ele tem o capacete fechado !”
O povo brasileiro deve ser o mais supersticioso do mundo. E pior que isto, são as frases de efeito. Tem uma particularmente que eu estava pensando que só pode dar errado: “pense positivo”. Então comecei a pensar: no colégio a gente aprende em eletricidade que “carga positiva atrai negativa”... logo: pensamento positivo atrai o que é negativo !!! Eureka ! É esse o problema do Brasil – il –il : nós tamo pensando positivo demais. Tem que pensar mais negativo para atrair o positivo ( a carga oposta ).
O brasileiro é muito místico. Vê o azar em cada esquina. Em tudo tem algo sobrenatural, mágico, transcendental. Peraí, não é assim. Alguns começaram a dizer do Rubinho: - “ a peça só podia ter se soltado do carro daquele pé-frio mesmo”. Calma, o cara não é pé-frio não... é RUIM mesmo ! Azar pra mim tem essa definição: “azar é quando a sua incompetência vem à tona”. Tava lá , escondidinha ... surgiu a chance ... vem à tona. Pára de implicar com o Rubinho, Brasil ! Pilotos como Senna e Schumacher não dão na horta. É simples assim. Melhoras para o Felipe Massa ... vamo correr com um pé de coelho no macacão agora... mas isto também pode dar azar ... se a Sociedade Protetora dos Animais descobrir .
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Democracia Existe ?
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Há 40 anos se pisava na Lua ...
Voltando ao assunto chegada à Lua: ela é um desses eventos que alimenta teorias conspiratórias. Assim como a morte de Elvis e mais recentemente a de Michael Jackson. Milhares, talvez milhões de pessoas no globo ainda hoje não crêem que o homem tenha chegado à Lua. Tenho exemplo em minha própria família. Tem uma tia minha que sempre diz : - “há, aquilo lá é ‘montagem’, coisa de televisão. Onde já se viu o homem pisar na Lua meu filho ?!...”. E eu sempre tento explicá-la, convencê-la, mas em vão. A minha tia não vai aceitar nunca.
Mas também tem muita gente séria ( na acepção científica do termo) que também questiona a corrida espacial. Esta desconfiança seria até natural na época da Guerra Fria. Hoje não teria sentido. Durante a Guerra Fria a propaganda de ambos os regimes (capitalista e socialista) era ferrenha. Os dois lados queriam a todo custo provar que eram superiores. A União Soviética saiu na frente, colocando Yuri Gagarin em órbita. Os americanos ficaram estupefatos. Em um documentário do Discovery Channel que assisti semana passada, há uma cena engraçada. Um cientista americano da época questiona: “ – mas eles não conseguem nem fabricar uma geladeira .... como é que fizeram um foguete ?” – referindo-se aos soviéticos. A resposta está numa piada que uma professora de Geografia contou uma vez no colégio. Dizem que os cientistas americanos responderam aos seus generais: - “os alemães deles são melhores que os nossos” ... . Hoje se sabe que foram os nazistas que criaram o foguete e o avião a jato. No final da guerra as “melhores cabeças” da Alemanha nazista foram repartidas entre americanos e soviéticos. Essas mentes eram “despojos” de guerra. E parece que boa parte dos melhores cientistas ficaram do lado soviético. Com exceção de expoentes como o Dr. Von Braun que deu suporte ao programa americano.
A viagem à Lua também traz uma triste constatação: parece que nós humanos só avançamos tecnologicamente a longos passos, quando estamos em guerra ou ameaçados por ela. Durante a segunda guerra surgiu o radar, avião a jato, energia nuclear, o melhor fuzil existente até hoje (AK-47) e outras tecnologias. Parece que a mente humana funciona tremendamente bem quando se trata de criar maneiras eficientes de matar. Pena.
No final o que importa é saber o que ficou de positivo da corrida espacial. Os enlatados, alguma tecnologia utilizada em roupas e calçados, saber melhor sobre a origem da Terra ... Pena que esses avanços tecnológicos não nos façam avançar enquanto seres humanos. E pensar que tanto soviéticos quanto americanos construíram bombas capazes de destruir a Terra dezenas de vezes... Não sei se temos muito o que comemorar. Chegamos à Lua. Nos falta agora nos aproximar do vizinho, dos de outra religião ou raça. Parabéns humanidade ! Há 40 anos chegamos à Lua. Talvez em mais 1000 anos consigamos lançar projéteis de tolerância e compreensão rumo aos corações .... uma corrida espacial em direção aos corações. A "explorar" esse grande desconhecido que é o ser-humano.
Lembrei-me da estória do Pequeno Príncipe, não sei por quê. Talvez por causa desta co-relação entre alguém que era um explorador, mas que tinha um lar, um lugar seu. E tinha mais: tinha um "alguém": a sua rosa. Assim era o Pequeno Príncipe: tudo o que ele vivia e aprendia o fazia crescer e tornar-se melhor. E ao final de qualquer jornada ele sempre se lembrava da sua rosa. De que adianta conhecermos todo o universo se não tratarmos nossos iguais um pouquinho melhor ? Somos responsáveis por aquilo que cativamos... Já emporcalhamos a Terra, por quê não espalhar o nosso lixo espacial por aí, fazendo como alguns animais que demarcam território com sua urina ? O homo sapiens não saiu totalmente da caverna.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Meia "mea culpa"
P. S. : Mas que foi engraçado, foi !quinta-feira, 16 de julho de 2009
" Tradução" simultânea

Tchau, I have to go now, I have to go now, tchau! ( Ai, não vai pra Dubai, não vai pra Dubaaaai, aaaai !)


